quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Governador Robinson reafirma compromisso com a segurança pública durante entrevista coletiva.




 

Recém-empossado governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD), e seus auxiliares ligados à pasta da Segurança Pública estiveram reunidos na manhã desta quarta-feira (07) para falar sobre as ações para o setor, que, durante o período eleitoral, foi tido como área prioritária da nova gestão. Após assumir o Executivo estadual, uma das primeiras ações do governador foi colocar mais 300 policiais nas ruas da capital e região metropolitana. "O nosso governo tem o compromisso de cumprir com o pagamento da diária dos agentes. A gestão passada não estava pagando os policiais e por isso os agentes não estavam nas ruas", explicou.

Nos primeiros dias de governo, a população do Natal já pôde observar que em bairros como Alecrim e Cidade Alta, por exemplo, o efetivo policial está presente nas ruas. Mas, além disso, Robinson ressaltou que também está havendo patrulhamento em outras regiões. "Nós fizemos um planejamento e através desse estudo distribuímos o efetivo pelos bairros da cidade".

A Secretária de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed), Kalina Leite relatou, ainda, que a pasta pretende ampliar o patrulhamento para todo o estado. Além disso, a secretária disse que o Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) precisa passar por reformas estruturais. "A estrutura do Itep que nós temos hoje não é a adequada. Nós precisamos conseguir uma nova sede para o órgão", ressalta Kalina.

Já em relação ao número elevado de homicídios na capital e principalmente na cidade de Mossoró, a titular da pasta disse que a secretaria está com um recurso na ordem de R$ 3,6 milhões assegurados para o fortalecimento das delegacias de homicídios. "Nós também teremos uma atenção especial para Mossoró, que hoje está na pauta da segurança pública", afirma.

Déficit Policial

Ainda de acordo com a secretária Kaline Leite, o efetivo policial do estado está com um grande déficit de agentes. O efetivo previsto para a Polícia Civil, por exemplo, é de 5.150 homens, no entanto, hoje o Rio Grande do Norte conta com apenas 1.600 agentes. "Temos que otimizar esse trabalho. Hoje nós precisamos fazer um plano emergencial para conseguir trabalhar com esses 1600 policiais", disse.



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